O Brasil vive um momento crítico em sua trajetória de transformação digital. Enquanto a economia global acelera a adoção de tecnologias disruptivas, as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras permanecem significativamente atrasadas nesse processo. Segundo levantamento recente da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), 66% das micro e pequenas empresas brasileiras continuam nos níveis iniciais de maturidade digital, concentradas nos estágios 1 e 2 de adoção tecnológica.
Esse cenário contrasta dramaticamente com a relevância econômica dessas empresas. De acordo com dados do Mapa de Empresas do Governo Federal, as PMEs representavam, em 2025, 94% dos CNPJs ativos no país, evidenciando que o atraso digital de um segmento tão expressivo compromete não apenas a competitividade individual de cada negócio, mas a produtividade e inovação da economia como um todo.
É nesse cruzamento entre alta relevância econômica e baixa maturidade digital que emerge a estratégia recente da Claro Empresas. Reconhecendo que o caminho para a transformação digital passa por soluções práticas, integradas e acessíveis, a companhia tem se posicionado não apenas como fornecedora de conectividade, mas como parceira estratégica na jornada de maturidade digital das PMEs.
O Reposicionamento da Claro Empresas: Uma Nova Abordagem para o Mercado B2B
A Reorganização Estrutural de 2025
Em abril de 2025, a Claro anunciou um movimento estratégico que marcaria seu reposicionamento no mercado empresarial: a criação da marca Claro Empresas. Esse passo consolidou, sob uma única identidade, o legado tecnológico de quase seis décadas da Embratel com a escala e capacidade de inovação da Claro, criando uma estrutura B2B mais robusta e especializada.
A reorganização foi além da simples unificação de marca. A companhia redesenhou sua atuação em duas frentes bem definidas: uma unidade dedicada a Grandes Empresas e Governo, e outra especializada em Pequenas e Médias Empresas, sob a liderança de Roberta Godoi. Essa divisão reflete uma compreensão profunda de que os desafios, demandas e capacidades operacionais de uma startup de cinco pessoas diferem radicalmente dos de uma empresa com 500 colaboradores.
"As pequenas e médias empresas têm nos desafiado a buscar e oferecer soluções que vão além da conectividade, atendendo à crescente demanda por soluções de segurança, armazenamento de dados em nuvem e até equipamentos", afirma Roberta Godoi, CEO da Claro Empresas para Pequenas e Médias Empresas.
O Portfólio One Stop Shop: Simplificando a Complexidade Digital
Um dos principais entraves para as PMEs no processo de digitalização é a fragmentação de soluções. Historicamente, um empreendedor precisava negociar com múltiplos fornecedores para montar sua infraestrutura digital: um para internet, outro para cloud, um terceiro para segurança, e assim por diante. Essa abordagem não apenas aumentava custos e complexidade operacional, mas também dificultava a integração entre sistemas e a tomada de decisão estratégica.
Para enfrentar essa fragmentação, a Claro Empresas estruturou um portfólio com mais de 80 produtos e serviços digitais em um modelo de one stop shop. Na prática, o empreendedor pode concentrar, em um único ecossistema, soluções que abrangem:
- Conectividade: Link Dedicado, internet fibra e planos pós-pago
- Presença Digital: Domínio, site e ferramentas de marketing
- Produtividade: Microsoft 365, Google Workspace e ferramentas de colaboração
- Cloud: Armazenamento em nuvem, backup e computação escalável
- Segurança: Proteção Digital, EDR, monitoramento e conscientização de equipes
- Soluções Verticais: ERP, CRM, meios de pagamento e sistemas específicos por setor
Essa abordagem reconhece que as PMEs operam em diferentes estágios de maturidade digital. Algumas ainda precisam criar seu domínio, site e ferramentas básicas de colaboração. Outras já demandam soluções mais avançadas, como nuvem multicloud, gestão integrada de dados, proteção cibernética e aplicações baseadas em inteligência artificial.
O hub funciona como um ponto de acesso a soluções prontas para uso, com contratação sob demanda e suporte consultivo. Para empresas sem equipes próprias de tecnologia, a centralização busca reduzir o tempo gasto com múltiplos fornecedores e simplificar a operação — permitindo que o empreendedor concentre sua energia no que realmente importa: o crescimento do negócio.
Maturidade Digital: O Fundamento Conceitual da Estratégia
Definição e Importância Estratégica
Antes de compreender a estratégia da Claro Empresas, é fundamental entender o conceito que a sustenta: maturidade digital. Diferentemente de simples digitalização — que pode significar apenas informatizar processos antigos — maturidade digital representa a capacidade da empresa de usar recursos digitais de forma integrada, organizada e alinhada aos objetivos do negócio.
Quando uma empresa amadurece digitalmente, ela não apenas adquire ferramentas. Ela transforma sua forma de operar. As equipes conseguem acessar informações com maior rapidez, os processos se tornam menos dependentes de esforço manual, a liderança passa a enxergar melhor o que está acontecendo no negócio, e a organização ganha previsibilidade operacional.
Essa transformação é especialmente crítica para médias empresas, que vivem um cenário bastante particular. Elas já possuem uma operação mais robusta do que pequenos negócios, mas ainda não contam com a estrutura das grandes corporações. Isso faz com que os desafios ligados à integração, gestão e tecnologia apareçam com mais intensidade.
Os Sinais de Baixa e Alta Maturidade Digital
A Claro Empresas, em seu blog corporativo, identifica claramente os sinais que diferenciam empresas com baixa maturidade digital daquelas mais avançadas: Sinais de Baixa Maturidade Digital:
- Excesso de planilhas como ferramenta principal de gestão
- Retrabalho frequente e processos duplicados
- Falta de integração entre sistemas e áreas
- Decisões pouco estruturadas, baseadas em intuição
- Dependência crítica de pessoas-chave
Sinais de Maturidade Digital Mais Avançada:
- Dados integrados e acessíveis em tempo real
- Processos mais fluidos e automatizados
- Sistemas conectados e comunicáveis
- Gestão orientada por dados e análises
Essa distinção é crucial porque muitas PMEs acreditam que possuem maturidade digital simplesmente porque investiram em algumas ferramentas modernas. A realidade é mais complexa: uma empresa pode ter adquirido um ERP, estar utilizando cloud e contar com ferramentas colaborativas, mas continuar sofrendo com retrabalho, falhas operacionais e baixa organização. Isso ocorre porque a maturidade digital não evolui de forma linear — ela depende da integração harmônica entre cultura, processos e tecnologia.
Os Quatro Níveis de Maturidade Digital definidos pela Claro
A Claro Empresas estrutura a jornada de maturidade digital em quatro níveis progressivos:
Nível 1: Digitalização Dispersa
Neste estágio, a empresa já utiliza ferramentas digitais, mas de forma fragmentada. Existem sistemas, planilhas e processos informatizados, porém sem integração suficiente. Muitas atividades ainda dependem de esforço manual e conhecimento individual. É comum que diferentes áreas trabalhem com informações próprias, dificultando a consolidação de dados e aumentando o retrabalho.
Nível 2: Padronização Inicial
Aqui, a empresa começa a estruturar melhor seus processos e sistemas. A liderança percebe que tecnologia não pode ser apenas aquisição de ferramentas e passa a buscar maior organização operacional. Os processos ficam mais claros, algumas integrações começam a surgir e os dados ganham maior consistência. Mesmo assim, ainda existem gargalos importantes relacionados à governança e à integração entre áreas.
Nível 3: Integração Orientada Neste estágio, os principais processos passam a funcionar de forma mais conectada. A empresa ganha visibilidade maior sobre a operação e consegue acompanhar indicadores com mais rapidez. A maturidade digital deixa de ser percebida apenas como uma pauta da área técnica e passa a apoiar diretamente decisões gerenciais e operacionais, trazendo ganhos mais claros de controle e eficiência.
Nível 4: Gestão Orientada por Dados
A empresa já possui uma base digital mais estruturada. Processos importantes estão organizados, os dados têm maior confiabilidade e as integrações sustentam boa parte da operação. A automação deixa de ser pontual e começa a ganhar escala em áreas estratégicas. A liderança trabalha com mais apoio analítico e menos decisões reativas.
Os Pilares da Maturidade Digital: Uma Visão Integrada
A Claro Empresas reconhece que a evolução digital não depende apenas de tecnologia. Ela repousa em três pilares fundamentais que devem trabalhar em harmonia:
1. Cultura Organizacional
A cultura influencia diretamente a forma como a empresa reage às mudanças. Se o digital é visto apenas como custo ou obrigação, dificilmente os projetos conseguem gerar resultados consistentes. Empresas mais maduras costumam desenvolver práticas como:
- Colaboração entre áreas: Quebrando silos e promovendo integração
- Abertura para revisão de processos: Questionando o status quo
- Uso disciplinado de dados: Baseando decisões em evidências
- Maior alinhamento entre liderança e operação: Garantindo coesão estratégica
2. Processos
Sem processos claros, a tecnologia apenas digitaliza problemas antigos. Por isso, muitas vezes o maior ganho não está em adquirir uma nova ferramenta, mas em revisar fluxos, responsabilidades e critérios operacionais. Processos mais maduros ajudam a:
- Reduzir retrabalho e desperdícios
- Aumentar rastreabilidade e conformidade
- Melhorar a integração entre sistemas e equipes
- Criar previsibilidade operacional
3. Tecnologia
A tecnologia funciona como base operacional da maturidade digital. Aqui entram conectividade, cloud, sistemas, automação e ferramentas de colaboração. O ponto principal não é a quantidade de soluções utilizadas. O que realmente importa é o quanto elas estão alinhadas à realidade do negócio e integradas à operação.
A Infraestrutura como Base: Conectividade, Cloud e Segurança
Para que a maturidade digital prospere, é necessária uma infraestrutura sólida. A Claro Empresas identifica três componentes críticos:
Conectividade: Muito além do acesso à Internet
Hoje, a conectividade vai muito além do acesso à internet. Ela sustenta sistemas, comunicação, cloud, colaboração entre equipes e atendimento ao cliente. Quando a conexão apresenta falhas ou instabilidade, o impacto aparece rapidamente em produtividade, experiência do cliente e ritmo operacional. Para empresas que precisam de mais estabilidade e desempenho, a Claro Empresas oferece soluções como o Link Dedicado, desenvolvido para garantir maior previsibilidade, alta disponibilidade e suporte às operações críticas.
Cloud: Flexibilidade e Escalabilidade
A computação em nuvem trouxe mais flexibilidade para as empresas. Com cloud, fica mais fácil ampliar capacidade operacional, acessar sistemas remotamente e reduzir a rigidez da infraestrutura física. Além disso, a nuvem ajuda empresas a crescer com mais escalabilidade e organização. Em abril de 2025, a Claro anunciou um investimento de R$ 1 bilhão na expansão da plataforma Claro Cloud. A solução foi desenvolvida para atender empresas de diferentes portes, incluindo startups e PMEs. A plataforma reúne soluções próprias e parcerias com empresas globais de nuvem, como AWS, Oracle e Huawei.
A proposta é oferecer uma experiência multicloud, com integração entre provedores, uso dos datacenters da companhia e ferramentas de gestão em uma única interface. Para as PMEs, a iniciativa busca reduzir barreiras de entrada em tecnologias mais avançadas. A plataforma conta com interface única, ambiente pré-configurado, camadas adicionais de segurança e recursos de acompanhamento de custos.
A previsibilidade de gastos aparece como um diferencial especialmente importante para empresas que não contam com estruturas internas robustas de tecnologia. Muitas PMEs hesitam em adotar cloud justamente pelo medo de custos descontrolados. A Claro Cloud busca eliminar essa barreira.
Segurança Digital: Proteção Proativa
Quanto mais conectada a empresa está, maior tende a ser sua exposição a riscos digitais. Por isso, a segurança precisa fazer parte da estratégia desde o início, não como uma reação a incidentes.
Uma estrutura minimamente madura costuma incluir:
- Controle de acessos: Quem pode acessar o quê
- Backup: Proteção contra perda de dados
- Atualização de sistemas: Correção de vulnerabilidades
- Proteção contra ameaças: Antivírus, antimalware e firewall
- Monitoramento: Detecção de anomalias em tempo real
- Conscientização das equipes: Treinamento em segurança
A Claro Empresas disponibiliza soluções como Proteção Digital, EDR (Endpoint Detection and Response) e Claro Monitor para ajudar empresas a fortalecer a segurança, reduzir riscos e proteger a continuidade operacional.
A Parceria com o Choque de Gestão: Tangibilizando a Estratégia
Um Reality Show de Negócios como Ferramenta de Engajamento
Enquanto a estratégia de portfólio integrado da Claro Empresas é sólida, a companhia compreendeu que, para conectar-se com empreendedores, conceitos abstratos não são suficientes. É necessário mostrar a solução na prática, em contextos reais, com desafios autênticos.
Essa percepção levou a Claro Empresas a uma parceria inovadora com a EXAME: o Choque de Gestão, primeiro reality show de negócios do Brasil. Lançado em setembro de 2025, o programa acompanha a rotina de empresas em busca de crescimento e profissionalização. A cada episódio, gargalos operacionais são identificados e transformados em soluções práticas para o cotidiano dos negócios.
A atração é apresentada pelos repórteres Daniel Giussani e Isabela Rovaroto e reúne empresários e investidores renomados como Caito Maia, Facundo Guerra, Henrique Azeredo e Monique Evelle. Esses personagens trazem experiência real, credibilidade e uma linguagem que ressoa com empreendedores.
Por que o choque de gestão funciona como ferramenta de engajamento
Roberta Godoi, CEO da Claro Empresas para Pequenas e Médias Empresas, explicita o valor da parceria:
"O Choque de Gestão é muito feliz porque mostra a vida real do empreendedor. Muitas vezes, falar conceitualmente não basta; algumas pessoas precisam do exemplo. E o programa acerta justamente por mostrar a solução na prática."
Essa afirmação encapsula a estratégia de comunicação da Claro Empresas. Enquanto um artigo sobre maturidade digital ou um webinar sobre cloud computing podem ser informativos, eles não geram a mesma conexão emocional e prática que ver um empreendedor real, com desafios tangíveis, encontrando soluções concretas.
O Choque de Gestão cumpre múltiplas funções simultaneamente:
- Educação: Mostra aos empreendedores como identificar gargalos operacionais
- Inspiração: Demonstra que transformação é possível
- Credibilidade: Associa a Claro Empresas a especialistas reconhecidos
- Engajamento: Cria uma narrativa que empreendedores querem acompanhar
- Posicionamento: Reforça que a Claro Empresas não vende apenas conectividade, mas soluções de negócio
Como começar a evoluir digitalmente
A Claro Empresas reconhece que muitas empresas acreditam que precisam transformar tudo de uma vez para amadurecer digitalmente. Na prática, o caminho costuma ser mais eficiente quando a evolução acontece por prioridades.
O Primeiro Passo: Identificar a Dor Real
O primeiro passo é identificar a dor real da operação. Pode ser:
- Excesso de retrabalho
- Dificuldade para integrar áreas
- Baixa visibilidade sobre indicadores
- Problemas de segurança
- Lentidão operacional
Depois disso, vale revisar os processos mais críticos e entender onde estão os gargalos. Em muitos casos, pequenas melhorias já conseguem gerar impacto importante na produtividade.
Prioridades de Ação
A Claro Empresas sugere focar em iniciativas que geram impacto imediato:
- Integração de sistemas: Menos retrabalho
- Organização de dados: Decisões mais rápidas
- Revisão de processos: Mais eficiência operacional
- Fortalecimento da segurança: Redução de riscos
- Melhoria da conectividade: Mais estabilidade operacional
O mais importante é construir uma base sólida antes de ampliar automações ou projetos mais complexos. Não é necessário atingir o Nível 4 de maturidade digital para começar a colher benefícios. Frequentemente, evoluir do Nível 1 para o Nível 2 já representa ganhos significativos em eficiência e controle.
O Contexto Macroeconômico: Por Que Agora?
A Urgência da Transformação Digital
A transformação digital deixou de ser apenas uma tendência. Hoje, ela influencia diretamente a competitividade das empresas. Clientes esperam agilidade, equipes precisam colaborar em tempo real e gestores dependem de informações rápidas para tomar decisões mais seguras.
Ao mesmo tempo, a operação ficou mais conectada. Sistemas, atendimento, cloud computing, trabalho remoto, comunicação interna e segurança passaram a fazer parte da rotina da maioria das empresas. Quando a estrutura digital não acompanha essa realidade, os problemas começam a aparecer em diferentes áreas. Em muitas médias empresas, isso se traduz em situações como:
- Dificuldade para consolidar relatórios
- Informações inconsistentes entre setores
- Lentidão operacional
- Baixa visibilidade sobre indicadores
- Excesso de controles paralelos
- Falhas de comunicação entre equipes
- Dependência de processos manuais
O impacto não fica restrito à área de tecnologia. Esses gargalos afetam produtividade, atendimento, controle financeiro, capacidade de crescimento e até a experiência do cliente.
O peso das PMEs na Economia Brasileira
Como mencionado no início deste artigo, as PMEs representam 94% dos CNPJs ativos no Brasil. Essa proporção não é apenas um número estatístico — é uma realidade que define o potencial de crescimento econômico do país.
Se 66% dessas empresas permanecem nos níveis iniciais de maturidade digital, isso significa que uma parcela expressiva da economia brasileira opera com ineficiência estrutural. Cada empresa que não consegue integrar seus dados, que perde tempo com retrabalho, que toma decisões baseadas em intuição em vez de evidências, é uma oportunidade de produtividade perdida.
Nesse contexto, a estratégia da Claro Empresas não é apenas comercial — é também uma resposta a uma necessidade econômica real.
Tecnologia como alavanca, não obstáculo
Para Roberta Godoi, a digitalização das PMEs brasileiras é um caminho sem volta, mas que exige suporte contínuo:
"Nosso papel é garantir que a tecnologia não seja um obstáculo, mas a alavanca para que o empreendedor foque no que realmente importa: o crescimento do seu negócio."
Essa afirmação sintetiza a filosofia que orienta a estratégia da Claro Empresas. A companhia não vê a tecnologia como um fim em si mesmo, mas como um meio para que empreendedores possam concentrar sua energia no que realmente gera valor: inovação, atendimento ao cliente, desenvolvimento de produtos e expansão de mercado.
A aposta da Claro Empresas é que a transformação digital avance menos pela contratação isolada de ferramentas e mais pela integração entre conectividade, nuvem, segurança e suporte consultivo. Ao levar esse discurso para casos reais do Choque de Gestão, a companhia busca tangibilizar seu novo posicionamento: tecnologia só ganha valor quando resolve problemas concretos da operação.
Uma jornada estruturada rumo à Maturidade Digital
A estratégia da Claro Empresas para conquistar as PMEs não é simplesmente oferecer mais produtos ou preços mais baixos. É oferecer um caminho estruturado, compreensível e prático rumo à maturidade digital.
Através de um portfólio integrado de mais de 80 soluções, um investimento de R$ 1 bilhão em cloud, parcerias estratégicas com líderes de tecnologia global e uma abordagem de engajamento inovadora através do Choque de Gestão, a companhia reconhece que as PMEs não precisam de mais complexidade — precisam de simplificação, integração e suporte.
A maturidade digital não é um destino distante e inatingível. É uma jornada que começa com a identificação de uma dor real, passa pela revisão de processos, pela integração de sistemas e pela construção de uma cultura que valoriza dados e colaboração. Cada passo nessa jornada gera valor tangível: menos retrabalho, decisões mais rápidas, operações mais eficientes, crescimento mais sustentável.
Para as PMEs brasileiras que representam 94% da economia, essa jornada não é opcional. É uma questão de competitividade e sobrevivência no mercado. E a Claro Empresas, com sua nova estratégia, posiciona-se como uma parceira confiável nessa transformação — não apenas fornecendo tecnologia, mas ajudando a transformar tecnologia em eficiência, controle e crescimento real.
Este artigo foi desenvolvido com base em informações oficiais da Claro Empresas, matérias publicadas pela EXAME, pesquisas da Fundação Getulio Vargas (FGV) e dados do Governo Federal sobre o cenário de maturidade digital nas PMEs brasileiras.